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Sérgio Vaz, criador da Cooperifa
e autor de seis livros |
A produção cultural das periferias ganhou notoriedade e conquistou espaços importantes na cena literária brasileira. Um dos sinais da relevância desse fenômeno social é o espaço que ele ganhou até na mídia tradicional, sempre apontada por levar ao público apenas o
mainstream. O rapper
Emicida e o poeta paulista
Sérgio Vaz são dois grandes expoentes desse movimento. Ao lado do escritor e jornalista mexicano
Alejandro Reyes, eles participam do último palco de debates da Jornada, intitulado “
A leitura das ruas” e marcado para as 14h do dia 31 de agosto.
Emicida é considerado uma das revelações do hip hop brasileiro. É dele a música
Triunfo cujo clipe no Youtube recebeu mais de 4 milhões de visualizações. Atualmente, ele é repórter do programa Manos e Minas veiculado pela TV Cultura.
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Emicida é considerado uma das grandes revelações
do hip hop nacional (foto Ênio Cesar) |
Sérgio tem seis livros publicados:
Subindo a ladeira mora a noite,
A margem do vento,
Pensamentos vadios,
A poesia dos deuses inferiores,
Colecionador de pedras e
Literatura, pão e poesia. À frente da ONG Cooperifa, transformou bares em centros culturais, com a realização de saraus que reúnem em torno de 300 pessoas para ouvir e falar poesia. Outro projeto do Poeta da Periferia que merece destaque é o
Poesia contra a violência que percorre escolas da periferia incentivando a leitura e a criação poética como instrumento de arte e cidadania.
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O mexicano Alejandro Reyes é autor do romance
A rainha do Cine Roma, finalista do Prêmio Leya 2008 |
No Brasil desde 1995, o mexicano Alexandro Reyes é jornalista e escritor. É mestre em Estudos Latino-Americanos e colabora com meios de comunicação alternativos, nos quais escreve sobre movimentos sociais no México, EUA e Brasil. Participou do Movimento Literário Baiano e publicou três livros:
Vidas de rua,
Contos mexicanos e
A rainha do Cine Roma, finalista do prêmio Leya 2008.